Passou, fiquei bem puto dentra das calças mas dei um basta! Funcionária besta, bocuda, me mandou tomar no cú. Pensei comigo, não falta mais nada, só falta ir eu tomar no cú. Não fui. Fiz umas contas separei uma grana, pus na mão dela e agradeci por tudo, desejei-lhe sorte em nome dos bons tempos ( existiram sim) e fechei a porta atrás dela.
Sentei, senti um alívio me percorrer me acalmando os nervos e curti a sensação do dever cumprido. Bola pra frente.
Claro, antes uma operação 'rescaldo', sempre útil depois de um incêndio.
"Onde se ganha o pão não se come a carne" Diz o ditado, eu escutei? Claro que não. Uma coisinha fofa, 21 aninhos, toda dada, educada, bem postada, solicita e atenciosa, .... madeiraaaaaaaaa!!!!!!
A derrubar....depois começam os problemas,... (ic!) não sabe gozar, vá lá que seja. Ensino, com prazer, doce descoberta, solta jatos quentes, inunda os lençõis, deixa manchas molhadas cada vez maiores. Nunca tinha visto nem sentido isso, é bom, gostei.
Até ae...blz, até o personagem começar a enfraquecer. Porquê tem mulher que precisa tanto criar uma mascara?Bancar a cebola. Já não dá bastante trabalho ser ela mesma, me pergunto, eu me ocupo o suficiente.
Inevitável chegar a um ponto de atrito sem retorno, ok, não consegue conciliar trabalho com relacionamento eu consigo. Não encosta mais a mão em mim, faz o que eu peço do jeito que eu quero no trabalho e tocamos a vidinha assim.
Bom ao que tudo indica não é simples assim, fica no ar uma pseudo intimidade, uma liberdade a mais que culmina com absurdos do tipo " ...vai tomar no cú!". Tem coisas que a gente nasce sabendo, outras a gente aprende e algumas que nunca vamos aprender. Lidar com pessoas parece ser o meu ponto fraco, vou dar mais atenção a essa minha falha, mesmo quando não me envolvo, e quase nunca me envolvo embora pareça exatamente o contrário. Dou liberdade demais, vejo os outros através dos meus olhos e sempre acho que eles sabem o que eu sei, que vão usar de bom senso, ser adequados e responsáveis como procuro fazer. Não é bem assim na prática, paciência. Talvez aquela velha fórmula de de tratar funcionários de forma dura, critica, implacável, faça sentido afinal. Não funciona de outra maneira a contento, que merda, detestava ser tratado assim e achei que pude-se mudar isso. Mas sem isso, o funcionário não funciona! Vou me render às evidências, da próxima vez eu vou fazer tudo exatamente igual e esperar resultados diferentes (isso não é a definição clássica de loucura?).
É um milagre cada vez que vejo com clareza aonde erro, porque erro. Uma chance novinha em folha, Papai do Céu apesar de ser um gozador de primeira é bom pra mim e não me canso de lhe agradecer, é nos tropeços que vou achando pedaços da chave que levam ao caminho da liberdade, da vida plena, da prática diária que conduz ao bem estar.
Uma nova escolha me traz um custo e uma recompensa, e dificil perceber qual é o que? Pra me ajudar eu conto com um aliado, o tempo.
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
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